quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

FlashMob e marketing

Daqui a pouco essa moda vai pegar prá valer no Brasil e eu quero estar nessa. E mais do que isso, é um baita instrumento de marketing. Olha o potencial. Dá trabalho, mas quando é bem feito, pega muito bem.




Flashmobs são mobilizações urbanas que já são moda no mundo inteiro. Mas, por aqui ainda não tem o porte das que acontecem fora. Mas, fico pensando e acho que pode ser uma grande oportunidade. Já imaginou marcas como a TIM, a Vivo, a Nike ou Adidas, organizando um flash mob? Tem tudo a ver com essas marcas e muitas outras. Se bem organizado seria uma bela propaganda, disseminada rapidamente pela Net.

Não acho que precise ter um fundo social, uma causa para a mobilização, apenas o entretenimento puro e simples. quem não gostaria de presenciar uma mob como essa do vídeo? Ou até participar? Pelo simples gosto de vivenciar o momento. Assim, uma marca organizando um entretenimento não iria gerar problemas de aceitação.

No Brasil, existe por enquanto uma identificação muito grande deste tipo de evento com o público jovem, mas não é isso que acontece fora daqui,onde o público é bem diversificado. Tomara que caminhe para esse lado. Quem sabe, você não estará andando na Paulista e de repente...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Biblioteca básica dos 2 aos 18 anos!

Que idéia deliciosa...indicações de livros para ler dos 2 aos 18 anos. Para ler com os filhos (enquanto são pequenos, é claro!). Mas se não tiver filhos tudo bem, com os sobrinhos, afilhados, filhos de amigos...sempre há uma chance! O importante é incentivar o hábito de ler.
Eu adorei!

Acessem: http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

A Desconstrução no Marketing

Está surgindo com força total uma nova estratégia para o lançamento de novos produtos e reposionamento de antigos. Conhecida por desconstrução, a idéia é a remodelagem a partir de uma desconstrução, para construir um novo produto ou uso para o mesmo produto. Funciona assim, por exemplo no mercao da moda, uma saia sendo usada como blusa, ou um item como um botão, sendo usado como uma bijouteria, ou na confecção de uma bolsa. Outro exemplo é na gastronomia, quando um prato básico é servido em versões desconstruidas compondo um novo todo.

O mundo da decoração se apropria de móveis antigos e madeira de demolição para construir novos móveis e elementos decorativos. Ou então, a cosmetologia que lança hidratantes em pó.

É realmente uma tendência, pois permite aumentar o espectro de produtos, a partir de uma mudança até certo ponto simples, quer dizer, sem novidades no propósito, mas inovadora no design ou no conceito, ou até mesmo no aspecto que remete a responsabilidade social. Esse novo conceito reflete na verdade, e muito bem, a idéia de sustentabilidade, através do reaproveitamento de materiais ou novas composições que representem mais respeito ao meio ambiente ou a sociedade.

E esse gancho é muito forte. Já imaginou os novos nichos de mercado que é possível atingir com esse conceito? Os consumidores estão cada vez mais preocupados em consumir produtos que atendam as inspirações pessoais e que combinem com uma ideologia, independentemente de moda ou de preço. Um produto que atenda a um preceito, a uma moral ou a uma necessidade individual, tem muito mais chances de ter sucesso e de forma mais rentável, pois hoje, com as redes sociais é mais fácil identificar uma tribo e se comunicar com esta tribo.

Estes consumidores estão dispostos a pagar mais e além disso, representam uma excelente propaganda, a boca a boca. Que hoje, como disse, na era das redes sociais, blogs e afins é um instrumentos mais do que poderoso. Basta um elogio disseminado na net para alcançar muitos consumidores potenciais.

É, vamos ver onde isso vai dar...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

The Finch And The Fox

Quando falamos em internet pensamos e ouvimos em todo lugar que é a mídia do futuro. A empresa que não entrar no mundo digital não sobrevive. Se não começar a falar com os internautas, bloggeiros e etc, você não tem futuro. Até para a seleção de vagas, muitas vezes se usa as redes sociais.

Algumas empresas direcionam totalmente sua propaganda e ações de marketing para este nicho. Pois é, mas será que seu público já está aí? Pelo visto, para algumas classes sociais o mercado ainda tem muito a crescer. Em contramão, a TV, famosa pelo sua característica de mídia de massa continua a toda. Mídia de massa poir mídia de massa, a internet está querendo tomar esse lugar.

Mas aí começa uma apologia contra a TV. Porque não ensina, porque nos torna passivos, porque não interage, porque o conteúdo é pobre. No meu ponto de vista tudo isso é válido, mas será que é só isso? Acho que o bom senso de novo é a solução. Nem tudo são males na TV: ela pode faciliar o acesso a informação, ao entretenimento, proporcionar conhecimento sim, há muitos programas educativos. Mas, de novo, bom senso. Se perder seu tempo vendo novelas e programas que não agregam a nada, realmente caimos neste ponto. Agora, existem coisas muito boas, interessantes, e que na medida certa, não comprometem.

Agora, essa realidade não é da TV aberta e sim da TV Paga. E qual o percentual de classe C, D e E que possuem TV paga? De novo, onde está o seu público?

Qual será realmente a mídia de massa? A TV? Ou a internet que caminha a passos largos para isso...veja a apresentação...tire suas conclusões.


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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Que consumidor acham que somos?

Hoje em dia, basta sentar em frente a TV para se sentir afrontado com tanta bobagem. Eu praticamente desisti de ver canais abertos, são programas que desafiam a nossa inteligência e parecem nos chamar de idiotas. Mas não só apenas programas, eu particularmente acho que algumas propagandas não mereciam ocupar o espaço em que são veiculadas.

Sinto minha condição de consumidor ser subestimada, pois fico imaginando se os criadores de tais propagandas realmente acham que podem estimular o meu consumo destes produtos. É claro que em muitos casos eu não sou o público-alvo, portanto, o fato da comunicação não ser eficiente para mim, se justifica em termos. Digo em termos, porque algumas são tão obviamente estúpidas ou se centram em elementos tão frágeis que não vejo como podem despertar o interesse até mesmo do público a que se destinam.

Às vezes penso, será que aquela velha frase “falem mal, mas falem de mim” pode mover o conceito de comunicação de algumas empresas? Pois, será que determinadas empresas apostam em propagandas imbecis para serem lembradas e ter seus produtos consumidos? Eu resisto a essa idéia. O que realmente me vem à mente sempre que vejo algo assim, é “Quem foi que aprovou esta campanha????”, porque entendo que quem cria a propaganda está no seu papel, criadores são artistas e muitas vezes deliram e propõem soluções ousadas, apesar de que nem sempre eficientes, mas como o próprio nome diz, são criadores. Agora, definitivamente, acho imperdoável o Cliente que solicitou a propaganda, deixar passar algo desse tipo e aprovar um anúncio como alguns que vejo por aí. A responsabilidade é dele, é ele que conhece o público, a marca e o que precisa ser transmitido.

Quem não se lembra da propaganda daquela cerveja que tinha aquele caranguejo falando nã-nã-nã-nã e rebolando? Muitas tentativas para fazer pegar uma moda, que não emplacou, e que idéia quer nos passar um caranguejo falando nã-nã-nã-nã? Ou então das propagandas de um desodorante como aquela do suor saindo como se fosse água, uma profusão de conceitos, imagens, e loucuras, que para mim além de não fazer nenhum sentido, me faz achar a propaganda repugnante, é demais. E atualmente vi uma de um novo produto, um suco com gás, que fiquei decepcionada com a inutilidade e não consegui entender qual a emoção, experiência que a nova bebida quer proporcionar. E quem se lembrar de mais (o que não será difícil) que se faça presente.

O que mais me surpreende é perder a oportunidade de falar algo produtivo ao consumidor, ao invés de passar uma mensagem inteligente, com foco, conceito, que agregue valor e desperte verdadeiramente o desejo no consumidor. Ao invés disso, jogam-se alguns milhares de reais no lixo gastos na produção da propaganda e na veiculação em horário nobre e o pior, abusam de nossa capacidade para aturar intervalos assim. É pedir demais um pouco mais de consideração como consumidor? Ainda bem que propagandas boas e inteligentes aparecem para compensar.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Nada é mais marketeiro do que o futuro

Pois é, decidi começar por um assunto que atinge todo mundo. Quem de nós não se enquadra em uma das situações: viver pensando no passado, viver pensando no futuro, ou os mais sortudos, viver o presente. Eu sou da turma dos futurólogos*. Sim, porque quem é desta banda teima em tentar advinhar o futuro. E é claro, sofre demais com isso. Eu por exemplo, já visualizei meus filhos com mais de 20 anos de idade...e eles não tem nem 5!

Mas, quem mais ganha com isso são os produtos e serviços que se utilizam desta projeção para fomentar o desejo de consumo. E quais são eles? Quase todos. De carros, que fazem você se imaginar no futuro com um carrão, bem sucessido, a pacotes de viagens, que fazem você já se ver nas suas sonhadas férias, até mesmo um serviço como lavanderia, que a gente já começa a cobiçar quando ainda está no meio de uma viagem e começa a imaginar toda a roupa prá lavar quando chegar.

É difícil escapar a algumas tentações, como uma roupa nova para aquele evento que vai acontecer daqui a 1 semana, ou talvez 1 mês. Viver no futuro é uma característica de muitos, e sempre haverão outros, que vão manter esta indústria do consumo. Não sei qual é o segredo, mas estou buscando um equlíbrio, entre o futuro e o presente, pensar menos, sentir mais e agir mais também. Talvez assim, a gente consiga controlar um pouco destes impulsos.

Agora, se você não está desse lado, mas está no passado, cuidado também, não é a preferência do mercado, mas também há produtos e serviços que podem te fisgar por aí: um iPod, um CD, uma máquina de fotografar...nada é perfeito, nem ninguém. Ainda bem.

* O trabalho de um futurólogo não é indicar o que vai acontecer, mas sim o que poderá acontecer. Em futurologia os cenários e eventos são, ou não, definidos como: -possíveis, -prováveis, -desejáveis.