quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

As marcas mais fortes do Brasil

As marcas mais fortes do ano de 2010 já foram reveladas pelo estudo anual SuperBrands Brasil, que visa mapear as marcas que mais foram capazes de conquistar a confiança e o respeito dos consumidores e demonstrar o seu valor ao longo do último ano.

De acordo com a lista de 2010, são consideradas as mais fortes as marcas que atingiram a melhor pontuação no índice de força – critério criado pelo estudo que avalia todos os serviços e filosofias da marca e sua aplicação ao público.

O estudo completo do SuperBrands, que será apresentado oficialmente no dia 16 de dezembro, traz um apanhado geral das 500 marcas mais fortes do País, em diversos setores.

Além de listar as mais fortes de cada segmento, o estudo também avalia as marcas que mais incrementaram o seu prestígio, bem como aquelas cuja avaliação deste ano ficou aquém dos resultados do ano anterior.

De acordo com a lista, as marcas que mais cresceram positivamente na avaliação deste ano foram Wall Mart, Petrobras, Oi, Red Bull, Bradesco, Apple, Vale, Bosch, Phillips, Fiat, Odebrecht e Vivo. Enquanto isso, aquelas cujo desempenho declinou em 2010 foram Unibanco, Telefônica, Visa, Daslu, Carrefour, HP, Kimberly Clark, IBM, Toyota, Dell, Brastemp, Submarino e Sony.

Confira a lista das dez marcas mais fortes do SuberBrands 2010:

Nestlé (Alimentos) – 88,5 pontos
McDonald’s (Fast Food - 84,7 pontos
Rede Globo (Televisão) – 81,3 pontos
Coca Cola (Bebidas) – 80,8 pontos
Nike (Calçados) – 79,8 pontos
Bradesco (Bancos) – 79,0 pontos
Fiat (Automóveis) – 78,9 pontos
Mercedes Benz (Automóveis) – 78,8 pontos
Banco do Brasil (Serviços Financeiros) – 77,1 pontos
Itaú (Bancos) – 76,9 pontos

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Liderança & Comunicação

Por que se fala tanto em capacitação da Liderança? Por que ter um time de líderes é tão importante hoje em dia?

O primeiro ponto é que o sucesso e a viabilização dos negócios num cenário que hoje é repleto de mudanças estão ligados diretamente ao envolvimento de toda a organização para que as estratégias empresariais possam ser implantadas de maneira positiva, situação em que a liderança desempenha um papel decisivo na disseminação dos valores, objetivos e estratégias da empresa, na fomentação da inovação, na habilidade de fazer conexões, assim, a formação de líderes capazes de acompanhar e estimular as transformações é fundamental!

Dentre as competências comportamentais que são exigidas da liderança hoje em dia, como a tomada de decisão, espontaneidade, criatividade e visão sistêmica, destacamos uma que é a Habilidade de Comunicação. É fundamental saber comunicar de forma clara para sua equipe as estratégias da empresa, o que é esperado do colaborador, qual o foco da organização, além de ser eficaz na condução do dia-a-dia, além disso, existe também a representação dos funcionários pelo líder, onde uma boa comunicação é também necessária. Isso porque, a liderança ditatorial não tem mais espaço hoje em dia. É preciso que haja a participação espontânea de todos, o diálogo, a colaboração, a co-criação. E o instrumento que fortalecerá isso e é um dos viabilizadores é a Comunicação. Tanto esta comunicação que falei acima, como a comunicação da empresa para com os colaboradores, que se faz em grande parte pela representação da Liderança.

E aí, entramos no ponto em que gostaria de abordar com mais relevância. Hoje em dia, se queremos que a empresa tenha resultados, que a marca se fortaleça, temos necessariamente que passar por uma comunicação interna ativa com os colaboradores. Mais do que isso, que seja transformadora, colaborativa, interativa. Que dê espaço para a inovação, a criatividade dos colaboradores. Paul Bennett, CCO da Ideo, diz que é a criatividade, a inovação que fará com que “a fatia de cada um do bolo seja maior”, quer dizer, é preciso permitir às pessoas contribuir, e o caminho para isso é dar as ferramentas para proporcionar a criatividade e o compartilhamento com todos. A empresa precisa que o colaborador esteja engajado, pois funcionários engajados se traduzem em melhores resultados para as organizações. E a liderança é parte fundamental neste processo.

A organização tem que analisar alguns pontos e garantir através da liderança e de outras ferramentas de comunicação interna que eles estejam acontecendo. Vamos abrir o questionamento:
Comunicamos a nossa expectativa e valores aos colaboradores? Entendemos a o que nossos colaboradores dão valor ao trabalhar aqui? Criamos líderes que estimulam um ambiente positivo de engajamento?
Kotler coloca que o futuro está na era do marketing 3.0, onde o foco da empresa será no quanto a marca consegue comunicar seus valores, comunicar o fato de ter uma missão que colabore com o mundo, onde questões como espiritualidade, filosofia e colaboração saltam a frente de outras e são incorporadas pelo público interno e transmitidas ao público externo. Mais uma vez, vemos como a comunicação é essencial para que o colaborador esteja conectado com estas questões da empresa e seja capaz de transmiti-las com consistência e como é importante o papel desta nova liderança sob a ótica da comunicação.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Palestra HSM 2010 - Consumidor Colaborativo com João Ciaco

Como tinha dito, assisti a palestra do Diretor de Mkt e relacionamento da Fiat sobre o Projeto Fiat Mio, um grande exemplo de co-construção do produto, com a incluisão do consumidor, do empowerment do cliente. Vale a pena conhecer.

O Projeto Fiat Mio consistiu basicamente na inclusão do consumidor na discussão do produto, mais do que isso, na concepção deste. O conceito era trazer o consumidor parea dentro da empresa.

A Solução: Foi instalada uma “plataforma aberta”, uma plataforma colaborativa com acesso na internet, através de um site, onde todos podiam interagir, dando sugestões e acompanhando o desenvolvimento do carro. As sugestões deveriam responder a seguinte pergunta: “Pensando num carro do futuro, o que ele precisaria ter para eu chamá-lo de Meu?”

Por que? Existia um GAP, entre a pesquisa feita antes do início da concepção de um produto e depois, com a pesquisa de opinião após o lançamento do produto. Para preencher este GAP surgiram algumas ideias:

Primeira ideia: um blog para sugestões

Segunda ideia: trabalhar um conceito de inovação aberta, para que todos pudessem dizer sua opinião, o que queriam e acompanhar o desenvolvimento do carro.
O resultado: Uma criação coletiva – no total a Fiat recebeu mais de 17 mil ideias que foram interpretadas e compiladas em 21 conceitos chaves, traduzidos em 1 carro: o Fiat Mio.

A inovação: Foi um projeto que trouxe Inovação no Processo, quer dizer, para uma indústria automotiva, em que o lançamento de um novo veículo é guardado a 7 chaves, onde o Design de um carro é visto por poucas pessoas na empresa, esse projeto representou uma mudança de um paradigma, uma violação da cultura da empresa. O conceito do carro, o desenvolvimento do projeto ficava aberto, exposto para quem quisesse acompanhar, não apenas através do site na internet, mas também na própria fábrica, em um galpão aberto para visita de todos. Um conceito que se contrapunha a todo momento ao conceito do Centro de Design de uma montadora. A formulação do conceito foi de forma muito mais holística, mais colaborativa.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A village of 100

Muito legal esse vídeo...faz a gente pensar em nossa responsabilidade no mundo e como somos privilegiados...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O cliente tem sempre razão. Será Mesmo?

O Cliente tem sempre razão? Procure em qualquer livro acadêmico, ou fale com qualquer profissional de marketing e a primeira resposta será sempre sim. E será que esta é realmente a melhor resposta?

Ultimamente tenho questionado muito esta máxima e pensado que este conceito está mudando. Estamos num processo de mutação, primeiro porque as empresas estão cada vez mais conhecendo o seu cliente, acumulando informações, realizando pesquisas de comportamento de consumo, de tendências, se aprofundando nos desejos do consumidor e nas características técnicas dos produtos e serviços, que começam a colocar em cheque a idéia de que o cliente sabe tudo o que quer e que não importa o que acontecer, tem sempre razão.

Como saber se um cliente que solicita um determinado tipo de produto, por exemplo uma TV, tem razão sobre aquele ser o produto ideal para as suas necessidades? Será que um técnico, profundamente conhecedor das especificações desta TV, a indicaria como ideal para suprir as necessidades do cliente? Talvez não. O mesmo acontece com um computador ou na compra de um serviço de treinamento. Muitas vezes, a empresa que faz o diagnóstico enxerga coisas que o cliente não vê e propõe soluções diferentes daquela inicialmente imaginada por ele.

E isso é só o começo.

O mercado cria desejos, ele produz vontades, desperta nas pessoas a ânsia por consumir determinados produtos e serviços, que ele nem sabia que queria. Isso é bastante comum no segmento de moda. A análise de tendências futuras permite que produtos sejam introduzidos no mercado e apresentado aos consumidores com o discurso: é isso o que você precisa, o que você queria. E o consumidor aceita e compra. Mas será que ele realmente queria? Precisava? Gostou do produto?

Outra questão é a tendência do consumidor que, cada vez mais exigente, obriga as empresas – as inteligentes, a aprimorar cada vez mais o atendimento de seus produtos e serviços, compondo uma rede de funcionários capazes de esclarecer as dúvidas mais complexas, promovendo um atendimento consultivo, onde muitas vezes uma situação em que o cliente parecia ter razão, na verdade mostra que ocorreu por um erro deste, de interpretação, de uso ou até de escolha do produto ou serviço.

Isso sem falar nos casos de clientes, que aproveitando deste posicionamento que as empresas assumem quanto à constante razão do cliente, acabam forjando situações ou se colocando como vítimas em busca de um benefício ou para não assumir um erro cometido. Se a empresa não está bem preparada para uma situação assim, entenda como ter profissionais capacitados, inclusive tecnicamente, para questionar o cliente de forma amigável, é claro, acaba cedendo.

Mas, é claro que é preciso ponderar cada situação e agir de forma consistente. Não atender uma solicitação do cliente é muito diferente de um tratamento áspero, ineficiente, ou com má vontade. O cliente não pode se sentir injustiçado, sem perspectiva ou prejudicado. É importante que ele saia consciente da situação, que mesmo não tendo satisfeito seu propósito, entenda a resposta que obteve e sinta-se, acima de tudo, bem atendido, que o atendente fez o que era possível, dentro da realidade da empresa e do que a situação permite.

Achar esse equilíbrio é o grande desafio. Um meio termo, entre atender o cliente e atender aos interesses da empresa, sem prejudicar o cliente.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Master Idea em Branding

Eu não sou de fazer muita propaganda, mas acabei de ler sobre este tema e achei que valia a pena postar este vídeo sobre Master Idea do Grupo Troiano de Branding, como em marketing não é sempre que aparecem coisas realmente diferentes...aí vai...um novo conceito para branding.

http://vimeo.com/15963785

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

100 Mais valiosas Marcas do Planeta

A consultoria Interbrand acabou de divulgar um relatório com as 100 mais valiosas marcas do planeta, base 2010. Confira o ranking das 10 mais:

1. Coca-cola - US$ 70,4 bilhões
2. IBM - US$ 64,7 bilhões
3. Microsoft - US$ 60,8 bilhões
4. Google - uS$ 43,5 bilhões
5. GE - US$ 42,8 bilhões
6. McDonalds - US$ 33,5 bilhões
7. Intel - US$ 32 - bilhões
8. Nokia - US$ 29,4 - bilhões
9. Disney - US$ 28,7 - bilhões
10. HP - US$ 26,8 - bilhões

O interessante é como algumas empresas, como a Google, ascenderam rapidamente no ranking, quer dizer, demoraram apenas alguns anos para se tornar valiosa, ao compararmos com empresas como a GE ou a Disney que demoraram décadas para atingir um valor que os colocasse entre as 10 mais valiosas.

Outro ponto interessante é a quantidade de empresas que estão ligadas a tecnologia em geral, apenas entre as 10 mais, está a Microsoft, Google, Intel, Nokia e HP. representando 50%. Um indicador bem interessante do mercado.

Quem quiser ver a lista completa, acesse direto a fonte: www.interbrand.com

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Da Fidelização a Evangelização

Há 15 anos quando comecei a atuar na área de Marketing, falava-se em Fidelização de Clientes, ou seja, toda aquela questão de que se gasta 5 vezes mais para ganhar um novo cliente do que para manter um cliente atual, e por esta razão fidelizar o cliente era muito mais rentável para a empresa. E fazia-se isso com programas de fidelização, programas de recompensas, pontuações, presenteando os clientes com ingressos para shows, brindes, descontos, etc.

Fidelizar o cliente era mantê-lo sempre ativo, comprando sempre os produtos e serviços de uma empresa, porque ele via benefícios nisso, além dos intrínsicos ao produto ou serviço. Mas era sempre uma via de mão única, ou seja, partia sempre da empresa para o cliente, a empresa oferecendo benefícios ao cliente para que ele continuasse com ela. É claro que havia as Centrais de Atendimento que se incubiam de ouvir os clientes, suas reclamações, sugestões, etc.

Alguns anos depois, a Fidelização deu lugar ao Marketing de Relacionamento. Era o início de um conceito mais amplo, de que não bastava o cliente ser fiel, era preciso manter um relacionamento com ele, trocar informações, conhecê-lo melhor, saber de suas preferências, seus hábitos, qual o seu comportamento de compra e através de um banco de dados (ah! O CRM) implantar ações de marketing e comunicação personalizadas, que soassem como “Nossa, eles me conhecem, é exatamente o que eu gosto”.

Feito isso, começava-se a manter um relacionamento com o cliente, a via que antes era uma via de mão única, passa a ser de mão dupla, a empresa fala com o cliente e o cliente verdadeiramente fala com a empresa, não apenas através de uma Central, mas através de suas preferências, de sua satisfação. Daí surgiu o Marketing One-to-One, ou seja, um relacionamento ainda mais individualizado, com ações específicas para uma pessoa, cujo valor para a empresa era superior a qualquer custo em ações de comunicação.

Hoje em dia, a palavra do momento é Engagement, é mais do que Fidelização, é mais do que Relacionamento, é Evangelização.

Envangelização ou evangelismo tem sua origem no cristianismo, é o sistema baseado em princípios e métodos pelo qual se comunica o Evangelho de Cristo. A palavra evangelista provém da palavra do grego koiné ("eu-angelos"), que significa "boas novas" ou "boas notícias". O marketing se apropriou desta palavra com o sentido de tornar os clientes seguidores da marca, e que sejam difusores desta, de forma a trazer mais seguidores, ou clientes para um determinado produto ou serviço.

Assim, a empresa se relaciona com o cliente de tal forma que ele se torna um elemento fundamental na propaganda da empresa. Isso porque, hoje, o que importa é promover o Engagement ou engajamento do cliente. Com as redes sociais, a interação com a empresa é muito maior. Assim como o é a necessidade de transparência da empresa, a velocidade de resposta tanto para se proteger de uma armadilha das redes sociais que pode ser uma má experiência de um cliente, espalhada em instantes para milhares de consumidores, como para comunicar uma novidade, um benefício exclusivo para o cliente engajado.

Engajar um cliente é fazê-lo querer saber da empresa, estar em contato com ela, é aquele cliente que não assiste o filme de forma pacífica, ele ajuda a construí-lo, ele produz conteúdo, ele atua como uma ferramenta de propaganda boca-a-boca, é o princípio do marketing man-to-man.

E agora, o que será que surgirá? Como personalizar mais um relacionamento? Como estreitar ainda mais o vínculo com o cliente? Que novas promessas podem vir por aí? Há quem diga que o diferencial cada vez mais se dará pela marca. Outros que os produtos serão personalizados, como já acontece em algumas categorias, por exemplo na de prestação de alguns serviços, como o da Área de Treinamento e Desenvolvimento. Ou então, proporcionando experiências diferenciadas, profundas, inovadoras.

Não vai demorar muito para descobrirmos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

A Teoria da Diversão - Como mudar comportamentos!

Muito bom! Pena que não vemos muito dessas coisas por aqui. Dá um show pela criatividade! Diversão deve realmente ser a melhor forma de mudar comportamentos! Mais uma boa idéia para ser usada como instrumento de marketing.