quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Na terça-feira 29, a Brand Finance/Superbrands realizou evento em São Paulo e apresentou oficialmente os resultados do estudo “As 130 Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2011”. Veja a lista completa das dez primeiras colocadas e os respectivos valores das marcas:

1º Bradesco – R$ 31,9 bilhões
2° Itaú - R$ 27,4 bilhões
3° Banco do Brasil - R$ 15,8 bilhões
4° Petrobras - R$ 14,3 bilhões
5° Vivo - R$ 8,6 bilhões
6º Oi – R$ 7,9 bilhões
7° Santander - R$ 7,6 bilhões
8° Walmart - R$ 7,5 bilhões
9° Casas Bahia - R$ 7,4 bilhões
10° Caixa - R$ 7 bilhões

Se resumem em 3 segmentos: banco, telecom e varejo. O que dá prá analisar deste resultado: 1. Que são empresas que investem muito em propaganda e com isso aumentam bastante o nível de reconhecimento da marca; 2. São empresas muito ativas no âmbito da responsabilidade social, ambiental ou que agregam as pessoas em comunidades, o que reforça uma associação positiva à marca; 3. Por mais que alguns segmentos sejam delicados e com certeza sofrem para manter uma imagem de qualidade, a maioria destas empresas consegue fazer com que sua qualidade seja percebida; 4. São empresas que possuem ativos muito representativos e por isso, também agregam valor à marca. De todos os fatores que contribuem para a formação de Brand Equity, segundo David Aakar, apenas o quesito Lealdade à Marca, vejo como o que menos se destaca neste grupo, talvez pela instabilidade de algum dos segmentos, como Telecom e Varejo, ou por ainda ser um desafio a ser alcançado pelas marcas brasileiras.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Afinal, o que é Design Thinking?

Este ano na HSM Management novamente falou-se muito sobre Design Thinking. Se no ano passado esteve presente Thomas Lockwood da DMI – Design Management Institute e autor do livro Design Thinking, em 2011, falando sobre o tema esteve presente, não menos importante e presença atuante no Brasil, Tennysson Pinheiro, sócio diretor da LiveWork/Brasil, onde o tema é constante e fundamental nos jobs desenvolvidos por eles.

Mas, afinal, o que é Design Thinking? Muito se fala a respeito e de fato tudo aponta para que seja uma das grandes tendências, já em curso, para o desenvolvimento de produtos, serviços, inovações de forma geral.

Design Thinking é um processo para buscar de forma prática e criativa, a solução de problemas e questões que precisam de um resultado melhor no futuro. Combina empatia, criatividade e racionalidade para encontrar as necessidades reais do cliente. Está intimamente ligado ao envolvimento das pessoas, a co-criação e a renovação.

Pode-se dizer que esse processo utiliza como “matéria-prima” a forma de pensar, de conduzir um raciocínio de um designer. O designer está preocupado com o impacto emocional que sua criação vai provocar, é criativo, causa empatia, promove experimentações.. Ao aliar esse aspecto ao aspecto racional de uma pessoa voltada para os negócios, você tem o Designer Thinking, possibilitando soluções mais eficientes e efetivas.

Com isso pretende-se atingir o objetivo principal, que é o que foi citado acima, encontrar soluções criativas e inovadoras, que satisfaçam plenamente uma necessidade do cliente. Necessidades não percebidas, porque o próprio cliente não se deu conta.

Lockwood cita como exemplo um case da Procter & Gamble no início da empresa. O objetivo era lançar um novo modelo de escovão e através de pesquisas perceberam que as pessoas gastavam em média 45 minutos para lavar o chão. Após discussões e diversas reuniões, descobriram que eles gastavam mais tempo para limpar o escovão do que para limpar o chão, ou seja, a real necessidade do consumidor era ter um produto que fosse fácil de limpar e não apenas com um novo layout. O produto também não tinha que ser ultra-eficiente para otimizar o tempo da limpeza, o simples fato de ser mais fácil de limpar já possibilitava o ganho no tempo e muito mais benefícios ao usuário. O consumidor não tinha prestado atenção a isso, porque ele nem ao menos havia percebido, e por isso nem mencionava nada respeito.

Ah sim, agora ficou mais claro. Mas, como isso está presente na comunicação, na marca. Essa forma de construção pode ser utilizada para agregar valor à marca, aumentando o Brand Equity, desde que este seja um dos objetivos do Design Thinking e que seja focado na marca. Outras possibilidades seriam o foco no produto (como o exemplo acima), o foco no operacional, no estratégico, etc. Pegue uma estratégia de Branding e adicione Design Thinking na elaboração, o resultado só pode ser muito bom.

Há uma entrevista bastante interessante de David Keller, o fundador da IDEO, uma das empresas com maior renome quando falamos em inovação de produtos e serviços. Acessem o link e confiram:

https://sites.google.com/site/wyndowe/iinnovateepisode3:davidkelley,founderofideo

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

FOLHA TOP OF MIND 2011

Saiu no final de outubro a pesquisa realizada pelo Datafolha - Folha Top of Mind 2011, com as marcas mais lembradas espontaneamente pelos brasileiros. Na categoria geral, que eles chamam Top do Top aparecem, nesta ordem, as marcas:

Coca-cola
OMO
Nestlé
Nike

Nada muito novo. Depois há diversas outras categorias: Top Performance, Top Meio ambiente, em que Natura e Ipê (isso mesmo, Ipê!) aparecem em primeiro e segundo lugar pelo segundo ano consecutivo, Top Feminino, Top Masculino, Operadora de Celular, Seguro, Plano de Saúde...e por aí vai.

A reflexão que faço deste tipo de pesquisa é: ela mede a lembrança espontânea de uma marca, mas que tipo de lembrança é essa? Reflete uma boa reputação? E ainda, a lembrança da marca garante que seja a marca preferida de quem a escolheu? Lembrança de marca está muito longe de ser igual a fidelidade à marca, ou mais longe ainda de ser reconhecimento de valor da marca, quer dizer, do que aquela marca significa para a pessoa, o que representa para ela.

Lembrança da marca ainda é um dos fatores que contribuem para o Brand Equity da marca, segundo David Aaker, mas com certeza deverá ser um elemento que perderá espaço para outros que envolvem significância da marca para o indivíduo, que despertem um estado de crença, uma identificação com a marca.

Acho que essa categoria é que deveria começar a ser inserida na pesquisa - qual a marca que você mais se identifica? - aí sim, acho que começaremos a chegar mais próximo de valor da marca.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

YouTube- Emotional Branding by Marc Gobe.mp4 - 4shared.com - online file sharing and storage - download - YouTube- Emotional Branding by Marc Gobe.mp4

YouTube- Emotional Branding by Marc Gobe.mp4 - 4shared.com - online file sharing and storage - download - <a href="http://www.4shared.com/video/WprbdkqD/YouTube-_Emotional_Branding_by.html" target="_blank">YouTube- Emotional Branding by Marc Gobe.mp4</a>

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Acompanhe a lista das marcas mais valiosas do mundo, feita pela consultoria inglesa Brand Finance. Das 10 mais, 6 são empresas de TI, Telecom e Internet....tecnologia se destacando.

Fonte: ProXXima